O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça Filho, quer fazer uma das duas partidas para festejar o título olímpico no Rio de Janeiro, segundo ele, "para brindar o povo carioca". Inicialmente, a intenção do dirigente era utilizar o Maracanã. Mas com a impossibilidade devido às obras, Ary Graça pensou em São Januário.
"Vou pedir ao Eurico Miranda (presidente do Vasco) para realizar a festa lá. O povo do Rio gosta muito de vôlei e merece receber uma partida de qualquer forma. A CBV não consegue trazer a Seleção para cá", afirmou o presidente da CBV.
A partida no gramado do Maracanã era a esperança de a Seleção voltar a jogar no Rio. Por causa das más condições do Maracanãzinho, que não era homologado pela Federação Internacional de Vôlei, o Brasil não atua no ginásio desde 1998. Em 2003, a Seleção masculina disputou o Sul-Americano no Ginásio Algodão, em Campo Grande, bairro da zona oeste da cidade.
Atualmente, o Maracanãzinho está em obras para o Pan-Americano de 2007, previstas para terminarem em julho deste ano. Assim, o local também poderia receber o jogo, embora a CBV queira realizá-lo em um estádio de futebol.
Os estádios do Mineirão e do Morumbi são outras opções da CBV para promover os jogos comemorativos contra a Rússia.
Vasco
Eurico Miranda afirmou que ainda não foi procurado por nenhum representante da CBV para falar sobre a cessão de São Januário. O dirigente disse que só se pronunciará após ser consultado.
Arruda
A direção do Santa Cruz entrou em contato com a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) no início deste mês e fez uma proposta para levar uma das partidas contra a Rússia para o Estádio do Arruda. A entidade está estudando a proposta.
"Eles nos ligaram e ofereceram o Arruda para receber o jogo. No Recife, seria a certeza de uma grande festa", disse Ary Graça.
Apesar do convite dos pernambucanos, o presidente da CBV reconheceu que o Rio de Janeiro, o Mineirão e o Morumbi são os favoritos para sediar os jogos.
A Unidade de Eventos da CBV está trabalhando para acertar a realização dessas duas partidas. Os organizadores dos jogos terão que arcar com transporte, estadia e alimentação das duas seleções.
Uniformes
O primeiro encontro entre a CBV e o Banco do Brasil para resolver o impasse sobre as novas camisas rosa e preta das Seleções Brasileiras será nesta semana. Desde que as peças foram lançadas, na última quinta-feira, as duas partes vêm conversando apenas por telefone.
"Falta definir o dia, mas vamos nos reunir nesta semana para tratar do assunto", disse Carlos Neto, gerente de marketing institucional do BB.
O Banco do Brasil, principal patrocinador do vôlei brasileiro, não gostou das novas cores dos uniformes, por considerar que não há identificação com as quatro cores da Bandeira Nacional.
- Lancepress!


