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Sollys/Osasco se impõe, atropela equipe de Porto Rico e avança à final

18 out 2012
07h49
atualizado às 13h11

Diferente da última partida, quando teve trabalho para vencer o atual campeão mundial - Rabita Baku - por 3 sets a 1, o Sollys/Osasco atropelou, nesta quinta-feira, o Lancheras de Cataño, de Porto Rico, por 3 sets a 0, parciais de 25/15, 25/13 e 25/15, em partida válida pela semifinal do Mundial de Clubes, disputada em Doha, no Catar.

O resultado garantiu a equipe brasileira na final da competição pela segunda vez na história. O adversário na briga pela medalha de ouro será o Rabita Baku, do Azerbaijão, que venceu o Fenerbahce, das brasileiras Mari e Paula Pequeno, por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 25/20 e 25/16.

Maior pontuadora da partida, com 10 acertos, a central Thaísa ressaltou a importância de começar pressionando, mesmo contra um rival mais fraco. "A equipe está de parabéns porque mesmo sabendo que o adversário era um pouco inferior entramos forte. O Sollys fez o seu papel e agora temos que aguardar para saber qual será o nosso adversário na final e a expectativa é grande. É concentração porque será o jogo da vida e é um título que todas nós queremos muito", afirmou.

A partida começou equilibrada, com ambos os times se revezando na liderança do placar, mas foi o Sollys/Osasco que chegou em vantagem no primeiro tempo técnico: 8 a 6. Foi então que a equipe de Porto Rico parou de virar a bola e, aproveitando os contra ataques, as campeãs da Superliga deslancharam, até fazer 25 a 15 e abrir 1 a 0.

Na segunda parcial, as campeãs sul-americanas entraram confiantes e, logo no início, já tinham cinco pontos de vantagem: 8 a 3. Após o primeiro tempo técnico, o Sollys/Osasco voltou melhor ainda e, com ótimo aproveitamento no ataque, não teve dificuldades para fechar o set em 25 a 13 e abrir 2 a 0 na partida.

Determinadas a liquidar o jogo, as comandadas de Luizomar de Moura entraram sacando forte e dificultaram a recepção do Lancheras de Cataño no terceiro set. Após o segundo tempo técnico (16 a 14) a equipe paulista encontrou seu melhor jogo e abriu 10 pontos: 23 a 13. Apenas administrando a vantagem, as brasileiras fecharam em 25 a 15 e 3 sets a 0.

O Sollys/Osasco busca seu primeiro título na competição. Em 2010, a equipe foi vice-campeã, perdendo a final para o Fenerbahce, então do técnico José Roberto Guimarães e da levantadora Fofão. No ano seguinte, mesmo com uma equipe desfalcada, terminou em terceiro ao vencer o Mirador, da República Dominicana, na disputa do bronze.

Em busca de título inédito, Sollys/Osasco venceu facilmente equipe porto-riquenha na semifinal
Em busca de título inédito, Sollys/Osasco venceu facilmente equipe porto-riquenha na semifinal
Foto: FIVB / Divulgação
Fonte: Terra
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