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Neymar tranquiliza a todos após lesão em amistoso: 'Acho que não foi nada grave'

Atacante se diz feliz com trabalho de recuperação da seleção após a Copa do Mundo

21 nov 2018
09h50
atualizado às 09h53
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Neymar procurou tranquilizar a todos - torcedores brasileiros e do Paris Saint-Germain, seu clube - depois de um incômodo muscular na virilha direita o obrigar a sair logo aos sete minutos do amistoso da seleção brasileira contra Camarões, em Milton Keynes, na Inglaterra. No final da noite de terça-feira, o atacante escreveu em suas redes sociais que acredita que a lesão não é "nada grave".

"Obrigado a todos que me mandaram mensagens desejando uma boa recuperação, acho que não foi nada grave. Estou muito feliz e orgulhoso por chegar a minha 100.ª convocação, sempre muita honra defender a maior Seleção do mundo", escreveu o jogador, em seu Instagram, comemorando a sua partida de número 100 com a camisa da seleção brasileira.

Nesta quarta-feira, os médicos do Paris Saint-Germain deverão fazer um exame de imagem em Neymar e dar um prognóstico sobre o caso. Na terça, o médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar, afirmou que não considera uma lesão importante. "Ele sentiu um desconforto na região da virilha, na região direita. Saiu se queixando de um desconforto, foi avaliado e já começou o tratamento. Ele vai precisar de um pouco de tempo para melhor avaliação, uma exame de imagem. A princípio, não é uma lesão importante. O importante é aguardar as próximas 24 horas", afirmou.

O jogador do Paris Saint-Germain ressaltou também a recuperação da equipe comandada pelo técnico Tite após a decepção com a eliminação nas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia - derrota por 2 a 1 para a Bélgica. Em seis jogos pós-Mundial, foram seis vitórias e nenhum gol sofrido.

"Fechamos o ano contentes pelo trabalho feito aqui, esses últimos jogos foram importantes para nos recuperarmos do maior baque que foi a Copa. Seguimos fortes, concentrados e visando ser cada vez melhores. Parabéns, rapaziada, por tudo", afirmou o atacante.

Estadão
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