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Em busca de técnico, Koff viaja a SP e se reúne com Felipão

Treinador da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2014 é o favorito para assumir o Grêmio até o fim do ano

29 jul 2014
10h20
atualizado às 10h44
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<p>Os amigos Fábio Koff e Luiz Felipe Scolari durante evento realizado pelo Grêmio em 2013</p>
Os amigos Fábio Koff e Luiz Felipe Scolari durante evento realizado pelo Grêmio em 2013
Foto: Lucas Uebel/Grêmio / Divulgação

Luiz Felipe Scolari é mesmo o nome da vez para assumir o comando técnico do Grêmio após a demissão de Enderson Moreira. Depois de estabelecer contato com Tite, mas ouvir que o treinador esperará até outubro para definir o seu futuro, o presidente do clube tricolor, Fábio Koff, não perdeu tempo e já se mexe para fechar com o comandante da Seleção Brasileira na última Copa do Mundo.

Koff embarcou para São Paulo na manhã desta terça-feira e se reunirá com Felipão e o seu estafe até o início desta tarde. O objetivo é convencer o experiente técnico de 65 anos a aceitar o desafio de assumir o Grêmio até o fim da temporada.

Depois de um período traumático à frente da Seleção Brasileira, com título da Copa das Confederações de 2013, mas eliminação vexatória na semifinal da Copa do Mundo, Scolari estaria disposto a descansar e não voltar aos bancos de reservas até o fim do ano. Ele já teria, inclusive, marcado viagem a Portugal nos próximos dias para acompanhar o nascimento do neto.

O Grêmio, entretanto, aposta na amizade de longa data que Fábio Koff possui com Felipão para fazê-lo mudar de ideia. Juntos (Koff como presidente e Scolari como técnico), eles foram os responsáveis pelas maiores conquistas recentes da história do Grêmio. Entre 1993 e 1996, ambos faturaram os títulos da Copa do Brasil (1994), Copa Libertadores da América (1995), Recopa Sul-Americana (1996) e do Campeonato Brasileiro (1996).

Felipão não voltou ao clube gaúcho desde então, mas se valorizou ainda mais com títulos em Palmeiras, Cruzeiro e Seleção Brasileira - na qual se consagrou ao conquistar o pentacampeonato mundial, mas também caiu ao protagonizar a maior derrota da história do selecionado nacional. Seu último trabalho em um clube aconteceu entre 2010 e 2012, quando comandou o Palmeiras, foi campeão da Copa do Brasil, mas também montou o time que caiu para a segunda divisão nacional no fim da temporada.

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Fonte: Cristiano Leonardo S. da Silva Jornalismo - Especial para o Terra Cristiano Leonardo S. da Silva Jornalismo - Especial para o Terra
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