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Fred crê em mudança do torcedor e minimiza "bairrismo" em SP

Autor do único gol em último amistoso do Brasil antes da Copa, centroavante não se destabilizou com gritos por Luís Fabiano no Morumbi

9 jun 2014
06h48 atualizado em 17/6/2014 às 11h08
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06h48 atualizado em 17/6/2014 às 11h08
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<p>Fred minimiza pedidos por Luís Fabiano e crê em postura do torcedor brasileiro, a partir da estreia contra a Croácia, na próxima quinta-feira</p>
Fred minimiza pedidos por Luís Fabiano e crê em postura do torcedor brasileiro, a partir da estreia contra a Croácia, na próxima quinta-feira
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Se a intenção dos torcedores são-paulinos ao gritar o nome de Luís Fabiano, no jogo contra a Sérvia, era desestabilizar Fred não conseguiram o objetivo. O centroavante da Seleção que marcou o único gol do amistoso disse que já esperava por essa reação do público tricolor e crê que a atitude, que pode ser apontada como "bairrista", não se repetirá durante a Copa do Mundo.

O jogador negou que a comemoração colocando as mãos nos ouvidos foi uma provocação aos torcedores no Morumbi, "Na verdade, eu tenho o hábito de comemorar meus gols assim mesmo. Dentro de campo a gente ouve (os gritos), até porque são 60 mil gritando. Antes dos jogos, eu já esperava isso, o Júlio esperava gritos pelo Rogério Ceni, o Neymar esperava pelos gritos de Lucas, porque são jogadores que tem uma história bonita dentro da Seleção e a gente respeita", disse Fred. 

Fred acredita em trégua dos paulistas em estreia da Copa 2014:

"É uma coisa cultural no País esses gritos. Mas o Neymar disse uma coisa que é verdade: hoje não tem o Fred mineiro, nem o Fred do Fluminense. Hoje estamos com a camisa da Seleção e todos vão querer o melhor em busca do objetivo que é ganhar a Copa do Mundo. O torcedor vai mudar muito, esse carinho da torcida é importante para nos empurrar e nós conseguirmos nosso objetivo".

Fred também minimizou as vaias recebidas pela torcida de São Paulo no final do primeiro tempo da partida contra os sérvios. Assim como não crê em gritos de nomes de outros jogadores que não estão na Seleção, o camisa 9 do Brasil praticamente descartou chances de vaia contra a equipe no duelo contra os croatas.  

"Sinceramente acho que (as vaias) não vão acontecer, vai ser um clima diferente no estádio. Acho quase impossível acontecer, já tivemos essa experiência na Copa das Confederações e foi maravilhosa. Nas ruas hoje tinha um monte de gente na porta da Granja. Sei que o povo paulista vai nos empurrar do início ao fim. Caso algo aconteça, que a nossa equipe não tenha pressa, mentenha a tranquilidade e fazer o melhor para sair com os três pontos".

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Fonte: Terra
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