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Em tom de mistério, Bom Senso se reúne em SP e discute greve no Brasileiro

10 fev 2014 19h39
| atualizado às 21h37
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<p>Paulo André é um dos líderes do movimento Bom Senso FC</p>
Paulo André é um dos líderes do movimento Bom Senso FC
Foto: Daniel Ramalho / Terra
O movimento Bom Senso FC se reuniu na tarde desta segunda-feira, em São Paulo, para discutir os próximos passos que o grupo de jogadores tomará para enfrentar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e federações em busca de melhorias no futebol nacional. O encontro, que contou com a presença de cerca de 20 jogadores e terminou em tom de mistério, encaminhou as próximas ações que o grupo realizará em torno das reclamações contra o calendário e pelo fair play financeiro - uma possível greve no Campeonato Brasileiro também foi analisada. 

A reunião, realizada em um escritório da capital paulista, durou cinco horas e contou com a presença - além de atletas de clubes de diferentes Estados - de Rinaldo Martorelli, presidente da Federação Nacional de Atletas Profissionais (Fenapaf) e do Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, de Alfredo Sampaio, vice-presidente da Fenapaf e presidente do Sindicato de Atlétas Profissionais do Rio de Janeiro, e de Décio Neuhaus, advogado do Sindicato de Atletas Profissionais do Rio Grande do Sul e auditor do STJD. 

Entre os atletas presentes no encontro, estiveram três do Internacional, que voaram de Porto Alegre para a reunião: o goleiro Dida, o zagueiro Juan e o meio-campista D'Alessandro. Na última semana, o grupo da equipe colorada emitiu um manifesto no qual se solidarizava com os jogadores dos Corinthians e apoiava a greve no Campeonato Paulista

O encontro terminou sem uma medida definitiva tomada pelo Bom Senso FC, mas os próximos passos já foram encaminhados. Na reunião, os atletas discutiram uma possível greve no Campeonato Brasileiro - em suma, procuraram alternativas para evitar tal ação, frente à falta de resposta da CBF em relação à demanda do grupo de jogadores. 

A possível greve em Campeonatos Estaduais, que ganhou força principalmente após a invasão de 100 torcedores do Corinthians ao CT Joaquim Grava, não foi debatida a princípio. Apesar das críticas pela falta de atitudes drásticas após as reclamações do último ano, quando o movimento surgiu com força, os atletas focaram a discussão em uma maneira de procurar alternativas para evitar a greve no Brasileiro. 

Sindicato evita paralisação, mas não descarta futura "greve":

Além das censuras pela recente inércia - havia a expectativa de uma greve no início dos Estaduais -, o Bom Senso FC também sofreu nos últimos tempos com desencontros entre participantes do grupo. O mais recente foi exposto por Rogério Ceni no último domingo: o goleiro afirmou ter sido contra a greve proposta pelos corintianos na rodada do último fim de semana do Campeonato Paulista por não considerar que houvesse suporte judicial e pelos próprios atletas do rival não serem unânimes pela paralisação

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Fonte: Terra
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