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Ceni é exceção em São Paulo que descobre Libertadores contra Atlético-MG

13 fev 2013
08h41
atualizado às 08h42
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Com 74 jogos de Copa Libertadores no currículo, Rogério Ceni, definitivamente recuperado de uma bursite no ombro esquerdo, é uma exceção no elenco do São Paulo que estreia na fase de grupos do torneio contra o Atlético-MG nesta quarta-feira. A partida tem início às 22h (de Brasília), no Estádio Independência, em Belo Horizonte. 

Se excluída a fase qualificatória recentemente jogada contra o Bolívar-BOL, oito dos 11 titulares do São Paulo que vão a campo contra o Atlético-MG nesta quarta não têm sequer uma partida de Libertadores no currículo. Entre esses, nomes internacionalmente experimentados como Lúcio, Jadson e Denílson, o que serve de alento aos são-paulinos. 

Além de Rogério Ceni, inclusive campeão e capitão do São Paulo em 2005, só Luís Fabiano e Wellington já atuaram em jogos de Libertadores. Com a camisa são-paulina, em 2004, Luís chegou até a semifinal do torneio, sua única participação - 14 jogos ao todo. Já o volante, ainda quando era uma promessa, saiu do banco em duas partidas do torneio em 2009. 

<p>Rogério Ceni tem 74 jogos de Libertadores e foi campeão como titular, em 2005</p>
Rogério Ceni tem 74 jogos de Libertadores e foi campeão como titular, em 2005
Foto: Reuters

Entre os são-paulinos, a qualidade do grupo e a experiência de um modo geral dão confiança, especialmente por conta da última temporada. Tratada como prioridade nas semanas finais de 2012, a Copa Sul-Americana foi conquistada com sobras. O time mostrou maturidade, foi campeão invicto e não tomou gols como mandante. Expulso na decisão contra o Tigre-ARG por destempero, Luís Fabiano é um ponto de preocupação. 

O próprio Ney Franco, por sinal, tem pouca experiência no torneio. Disputou com o Flamengo, em 2007, quando caiu nas oitavas de final contra o Defensor-URU, mas foi campeão da Copa Sul-Americana, em 2012, e do Sul-Americano Sub-20, em 2011, com a Seleção. Já envolvido com a perspectiva de Libertadores nos últimos meses da temporada passada, Ney citava a Sul-Americana como "aquecimento" e "vestibular". 

A seu lado, no banco de reservas, ele terá dois jogadores que já estiveram em finais da Libertadores e podem ganhar espaço no decorrer do torneio. Fabrício foi vice-campeão pelo Cruzeiro, em 2009, e Paulo Henrique Ganso levou a taça com o Santos, no ano retrasado. São exceções inclusive entre os suplentes, por sinal. Aloísio (um jogo), Toloi (nenhum) e Maicon (nenhum), por exemplo, também são calouros. 

Contra o Atlético-MG, nesta quarta, Ney Franco escala o São Paulo com a seguinte equipe: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Denílson e Wellington, Douglas, Jadson e Osvaldo; Luís Fabiano. 

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Fonte: Terra
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