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Franck Fredericks deixa comissão do COI após denúncias de corrupção

7 mar 2017
12h51
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O ex-velocista namibiano Frank Fredericks revelou em comunicado divulgado nesta terça-feira que pediu demissão da presidência da Comissão de Avaliação do Comitê Olímpico Internacional (COI) para os Jogos Olímpicos de 2024.

O agora dirigente foi acusado pelo jornal francês "Le Monde" de suposto envolvimento em irregularidades na escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016.

A publicação citou o ex-velocista em matéria, apontando que ele mantinha uma empresa nas Ilhas Seychelles, que, no mesmo dia da capital fluminense como cidade que acolheria o evento poliesportivo, recebeu transferência de quase US$ 300 mil (R$ 940,3 mil).

No comunicado divulgado hoje, Fredericks nega "categoricamente" o envolvimento direto ou indireto em "qualquer conduta inadequada, afirmando que nunca violou lei ou regra do Código de Ética das organizações esportivas.

Ontem, já havia sido anunciado o afastamento do namibiano, dono de quatro medalhas olímpicas, todas de prata, nas provas dos 100 e 200 metros rasos, em Barcelona e Atlanta, do grupo de trabalho que reavalia a readmissão da Rússia, suspensa por doping.

No texto em que comunicou a saída de órgão do COI, Fredericks garantiu que as denúncias não são apenas contra ele, mas "contra a integridade de todo o processo de candidatura e escolha das cidades-sede".

O ex-atleta explicou que já entrou em contato com a Comissão de Ética do COI e vem cooperando com investigações que, segundo ele, encerrarão as "insinuações negativas".

"Acredito na integridade no processo de escolha do COI e nunca percebi nada que me faça duvidar disso. Reitero que nunca estive envolvido em nenhuma manipulação de voto ou qualquer outra prática ilegal ou inadequada", diz a nota.

De acordo com Fredericks, a decisão de deixar a Comissão de Avaliação, que irá acompanhar a candidatura de Paris, na França, e Los Angeles, nos Estados Unidos, é para "favorecer o bom funcionamento do processo".

EFE   

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