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Jorge Lorenzo inaugura museu dedicado a campeões de Fórmula 1 e MotoGP

30 nov 2016
18h01
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O piloto de MotoGP Jorge Lorenzo inaugurou nesta quarta-feira na cidade de Andorra la Vella, capital do principado de Andorra, o museu World Champions by 99, no qual presta homenagem aos campeões de Fórmula 1 e das máximas cilindradas da Motovelocidade através dos objetos que colecionou nos últimos quatro anos.

O projeto de Lorenzo, executado em parceria com o Grupo Pyrénées, foi colocado em prática em um local de dois andares situado no centro da capital andorrana.

O primeiro andar conta com um espaço de bar e lazer. No espaço, além de se alimentar, o visitante poderá experimentar simuladores de MotoGP e Fórmula 1 e acompanhar retransmissões televisivas. No segundo, ficam expostos os objetos dos campeões das duas categorias, sobretudo macacões de competição e capacetes.

Na seção de Fórmula 1, Phil Hill inaugura a coleção com um macacão de 1961. Há também objetos de nomes ilustres como Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna e Niki Lauda, além de campeões mais recentes, como Sebastian Vettel e Lewis Hamilton.

Já no setor reservado ao motociclismo, há nomes como Barry Sheene, Kenny Roberts, Freddie Spencer, Wayne Gardner e Kevin Schwantz, entre os mais clássicos. A exposição tem um espaço destacado para Michael Schumacher e Mick Doohan, dois dos pilotos que mais marcaram Lorenzo, como o próprio já revelou.

A parte final do percurso está reservada à trajetória do anfitrião, onde ele expõe troféus, material e também a Yamaha com a qual se sagrou tricampeão em 2015.

"É minha pequena homenagem a campeões que marcaram o esporte", disse Lorenzo sobre o museu, erguido, segundo ele, porque sua condição de piloto profissional lhe permitiu ter mais de 100 objetos em sua coleção particular.

O espanhol revelou que as peças mais difíceis de serem obtidas são as de Sheene e o capacete de Senna, uma das peças pela qual o tricampeão da MotoGP tem mais apreço.

Sobre a próxima temporada, em que pilotará pela Ducati, Lorenzo demonstrou estar otimista. "É uma moto muito potente, e a velocidade máxima é muito boa. Como todas as máquinas, tem pontos fortes e frágeis", analisou.

"Sempre é muito complicado ser campeão do Mundo de MotoGP, talvez um novo título nunca chegue, mas minha motivação é voltar a ser campeão", completou.

EFE   

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