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Após Valdivia reclamar, Palmeiras deve mudar aparelhos

27 jan 2015 08h41
| atualizado às 09h02
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Valdivia tem volta prevista da seleção chilena para esta terça-feira, e deve encontrar um espírito diferente no Palmeiras. A "saudade" que o meia tornou pública do trabalho do fisioterapeuta José Amador e antigas reclamações de jogadores fazem o clube planejar a mudança dos aparelhos usados na Academia de Futebol para recuperar atletas.

O jogador mais caro do elenco convenceu o clube a liberá-lo por uma semana para tratar de lesão na coxa esquerda, detectada em novembro, no centro de treinamento do Chile. Além de Amador, cubano que o tratou particularmente em 2013 e chegou a trabalhar no Palmeiras no ano passado, o camisa 10 acredita ter encontrado melhores condições de se curar.

Entre os jogadores, não há questionamentos em relação aos profissionais do clube, mas as queixas são de falta de organização para o cronograma de recuperação e, principalmente, dos aparelhos à disposição, considerados obsoletos até em comparação a outros clubes da América do Sul.

Valdivia na academia do CT do Palmeiras: aparelhos devem ser trocados
Valdivia na academia do CT do Palmeiras: aparelhos devem ser trocados
Foto: Sergio Barzaghi / Gazeta Press

Após passar três anos no elogiado centro de treinamento do Cruzeiro, Alexandre Mattos exigiu mudanças no Palmeiras. O novo diretor de futebol resolveu checar as condições depois de Mouche pedir e conseguir a liberação para se tratar na Argentina da cirurgia pela qual passou na última sexta-feira, no joelho direito.

Antes, a qualidade do departamento já tinha sido colocada em xeque publicamente por Valdivia. O meia, frequentemente lesionado, usou redes sociais para anunciar saudades das "mãos mágicas" de Amador, garantindo que já poderia estar curado se estivesse sob tratamento do cubano. Pouco depois, acabou liberado para trabalhar com a seleção chilena, na esperança de, ao menos, poder enfrentar o Corinthians, no dia 8.

Em meio às críticas indiretas de seu jogador mais caro, a diretoria evita discussão pública enquanto trabalha internamente em mudanças. "O Valdivia está no Chile cuidando de assuntos pessoais e se cuidando, tudo dentro do planejamento feito pelo departamento médico. Prefiro encarar as suas colocações como demonstrações de carinho e homenagem a um profissional que trabalha no Chile e, diga-se de passagem, é muito bom também", disse o presidente Paulo Nobre.

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