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São Paulo

Renan rejeita "biquinho" e mira sequência: "Chegou minha vez"

16 mar 2017
19h20
atualizado às 19h41
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Dando sequência ao rodízio de goleiros, o técnico Rogério Ceni dará uma chance a Renan Ribeiro na partida contra o Ituano, neste sábado, às 16 horas (de Brasília), no Morumbi. Há quatro anos no clube, o arqueiro de 26 anos se diz pronto para assumir a meta tricolor e espera corresponder para "colocar uma dúvida" na cabeça do treinador.

Dos três goleiros do elenco profissional do São Paulo, Renan Ribeiro foi o único que ainda não atuou neste ano. Contando com os jogos da Copa Flórida, Sidão soma nove partidas, duas a mais que Denis, titular na última quarta-feira, no empate por 1 a 1 com o ABC, em Natal, pela Copa do Brasil.

"Eu encaro como uma oportunidade. Da mesma forma que o Denis e o Sidão tiveram uma oportunidade, chegou a minha vez. Na Flórida, eu me machuquei (coxa esquerda), mas agora eu estou pronto e espero corresponder da melhor maneira. Quero entrar para ficar", afirmou, durante o desembarque da delegação tricolor, no Aeroporto de Congonhas, nesta quinta-feira.

"Eu quero entrar para colocar uma dúvida. Só no treinamento acaba que não consigo mostrar tudo o que eu posso. Quero jogar, fazer boas partidas e primeiramente sair com os três pontos de campo", elucidou.

Contratado junto ao Atlético-MG, em 2013, Renan contabiliza apenas 14 partidas em três anos e nove meses de São Paulo, sendo 11 delas em 2015. Cansado de só treinar, o camisa 22 vislumbra ser testado com o calor da torcida.

"Eu vim com cinco anos de contrato, estou no meu quarto. Tive algumas oportunidades, pude aproveitar da melhor maneira possível sabendo que goleiro precisa de uma sequência porque envolve diversas coisas. Atmosfera de treino é diferente da de jogo", argumentou.

Questionado se seu futuro no clube do Morumbi depende de ganhar uma sequência no time titular, Renan despistou, mas descartou fazer "biquinho" caso não receba as chances que quer de Rogério Ceni.

"Eu quero jogar. Nenhum atleta gosta dessa situação de ficar sem jogar, mas todo mundo tem seu momento. Não cabe ficar de biquinho, não cabe rebeldia, o que eu pude fazer todos acompanharam, treinei forte, aperfeiçoando tudo aquilo que eu tinha de dificuldade e agora eu tenho que jogar para ver como eu estou e no que eu tenho que melhorar. Quero entrar para ajudar e contribuir", ressaltou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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