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Ídolos, gols e lesão; veja inauguração da Arena Corinthians

10 mai 2014 - 13h09
(atualizado em 4/12/2014 às 10h45)
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<p>Seis jogos contaram com jogadores e ex-jogadores, divididos em três times</p>
Seis jogos contaram com jogadores e ex-jogadores, divididos em três times
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Os 20 mil torcedores que foram à Arena Corinthians na manhã deste sábado celebraram oficialmente a nova casa em sua (segunda) inauguração. O evento-teste, que teve muito mais de festa do que de organização, contou com tudo: do primeiro gol de pênalti, feito por Rivellino, e o segundo na tradicional cobrança de falta de Marcelinho a fratura de Palhinha em um lance do primeiro jogo.

A demora para abrir os portões fora do estádio chegou a incomodar a torcida. Com o evento marcado para 10h (de Brasília), os torcedores alvinegros  só puderam se livrar da ansiedade pouco depois das 9h. Já dentro do estádio, se sentiram á vontade: esticaram faixas, levaram bandeirões, tocaram os tradicionais instrumentos da bateria e já testaram a força da arquibancada com o primeiro “Aqui Tem um Bando de Loucos”. Veja abaixo como foi o evento em Itaquera:

Som ruim do estádio atrapalha mestre de cerimônias e dirigentes

O teste dentro de campo começou atrasado, após o início previsto para 10h. Um mestre de cerimônias fez a apresentação da partida e chegou até a cantar em um microfone, mas o som dentro do estádio mostrou problemas – em alguns setores, não foi possível discernir o que era falado. Mesmo assim, os torcedores conseguiram entender alguns dos nomes que eram chamados para o gramado e fizeram festa para os principais ídolos.

Veja evolução das obras da Arena Corinthians antes da Copa:

Após o anúncio, os cerca de 100 jogadores entraram no gramado e fizeram um círculo no centro de campo. Mesmo com o som abafado, o presidente Mário Gobbi discursou para os torcedores. A fala do mandatário alvinegro foi ainda mais prejudicada pelos protestos de parte da torcida presente, que em coro pediu a saída do dirigente.

Homenagens a 77, Sócrates e Senna

O evento-teste teve sequência com uma série de homenagens, tanto da organização quanto da torcida. No telão, foi novamente mostrado o eterno gol de 1977, que tirou o Corinthians da fila de 23 anos sem títulos. O gol de Basílio foi gritado, em alto e bom som novamente, por 20 mil torcedores – muito menos do que o Morumbi lotado no longínquo ano.

Outra homenagem feita pelo Corinthians foi ao ex-piloto Ayrton Senna, torcedor alvinegro e cuja morte completou 20 anos no último dia 1º. A pedido do mestre de cerimônias, a arena inteira cantou “ole, ole, ole, ola, Senna, Senna” enquanto imagens do ídolo nacional apareciam no telão. Os corintianos ainda fizeram uma homenagem espontânea pouco antes da partida para um ídolo que deveria estar no gramado: o nome de Sócrates, morto em dezembro de 2012, foi gritado em uníssono.

Os jogos

Em campo, os jogadores foram divididos em três equipes, que vestiram os três uniformes atuais do clube – branco, preto e amarelo. Cada um dos seis jogos durou 15 minutos, com exceção do último, que durou 20 minutos.

No primeiro jogo, o Corinthians de branco venceu o Corinthians de preto por 1 a 0, com gol de pênalti sofrido por Palhinha (que saiu de maca com suspeita de fratura no ombro) e convertido por Rivellino, que, curiosamente, jogava de preto, mas teve a honra de balançar a rede pela primeira vez.

A partida ficou marcada também por um lance protagonizado pelo goleiro Leão, que chutou para a torcida a bola do pontapé inicial, causando alvoroço entre os torcedores que disputaram o objeto digno de colecionador. Ronaldo assumiu a meta e chamou a atenção ao receber amarelo por reclamação e depois abraçar o árbitro.

<p>Evento foi aberto a torcida; arena receberá jogos da Copa do Mundo</p>
Evento foi aberto a torcida; arena receberá jogos da Copa do Mundo
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

O segundo jogo teve o time de branco contra o Corinthians de amarelo. Nos primeiros minutos, Zé Elias (de amarelo) fez falta em Edu Gaspar (de branco) na entrada da área. Marcelinho Carioca cobrou, e o goleiro Yamada levou o gol. Pouco depois, o volante Elias – que ainda não reestreou pelo time – empatou a peleja. Mais tarde, o time de amarelo venceu de virada, em pênalti sofrido por Luizão e convertido por Rincón.

Na terceira partida, o time preto levou a melhor e venceu por 3 a 1 o de amarelo. Pingo, Leco e Liedson marcaram para a equipe que venceu, enquanto Alcindo balançou as redes para a equipe amarela em belo gol.

A quarta partida iniciou um “segundo turno” dos jogos, com mais um duelo entre preto e branco – melhor para o time de preto, que venceu por 1 a 0, graças ao gol de Pingo. Após um 0 a 0 entre amarelo e branco, o sexto jogo encerrou a série: Corinthians preto 2 x 2 Corinthians amarelo, com gols de Éwerthon e Fernando Baiano para o time de amarelo e de Vampeta e Edilson para o time de preto.

Veja a primeira partida disputada na Arena Corinthians:

A "primeira" inauguração do estádio do Corinthians foi realizada no dia 1º de maio, mas sem presença do público. Um jogo entre operários que trabalharam na construção do local foi acompanhado apenas pela imprensa e pelos próprios operários. No dia 18, o local recebe seu primeiro jogo oficial: Corinthians x Figueirense, pelo Campeonato Brasileiro. Em 12 de junho, a partida será Brasil x Croácia, pela Copa do Mundo de 2014.

Fonte: Terra
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